2020

Cursos

Psicanálise, Assistência Social e Saúde Mental: a finalidade da escuta psicanalítica nas instituições | Quartas-feiras | Janeiro de 2019 | 19h


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O objetivo do curso é introduzir os conceitos bases para a sustentação da escuta psicanalítica nas instituições socioassistenciais e de saúde mental, articulando uma discussão que abranja os aspectos teóricos e clínicos do trabalho do psicanalista.

Este curso é resultado das discussões e elaborações do grupo de estudos “Psicanálise e Assistência Social: a escuta clínica em serviços socioassistenciais” realizado durante o último semestre de 2018. Com este curso, visamos apresentar os principais pontos trabalhados durante o grupo de estudos, avançando em pontos que nos permitam sustentar a escuta psicanalítica nas instituições com maior precisão e efetividade.

O curso se divide em quatro tópicos:

1) O inconsciente como discurso do Outro

Abordaremos como os discursos familiares e sociais são decisivos para constituição do sujeito e, mais importante, como tais discursos podem produzir diferentes formas de sofrimento quando o sujeito se encontra submetido a eles em determinadas modalidades.

2) Introdução sobre a finalidade da escuta psicanalítica

Partindo da discussão sobre os discursos que submetem o sujeito, trazendo efeitos de apagamento do desejo, pretende-se apresentar uma introdução da finalidade da escuta psicanalítica, caracterizada justamente pelo desvelamento dos diversos aspectos dos discursos e a posição assumida pelo sujeito.

3) A finalidade da escuta psicanalítica nas instituições: política, estratégia e tática

A concepção apresentada da finalidade da escuta psicanalítica será discutida de maneira específica no contexto institucional desde os conceitos lacanianos de política, estratégia e tática.

4) Introdução a problemática do diagnóstico estrutural em psicanálise nas instituições

A finalidade da escuta psicanalítica será pensada considerando os diagnósticos estruturais – neurose e psicose – visto que há diferenças importantes no manejo clínico a depender da estrutura.

Quando: às quartas-feiras, das 19h às 21h.

Datas: 09, 16, 23 e 30 de janeiro de 2019.

Investimento: R$200 (o pagamento via transferência ou depósito bancário deverá ser realizado até 04/01/2019).

Inscrição: preencha o formulário de inscrição. Após o preenchimento, será enviado um e-mail ao participante com as instruções para o pagamento do curso.

Onde: Rua Itapeva, 202, conjunto 59 – próximo ao metrô Trianon-Masp.

Para quem: psicanalistas em formação, psicólogos, estudantes de psicologia e profissionais interessados no estudo da psicanálise.

Coordenadores:

Christopher Rodrigues Anunciação: psicanalista, psicólogo (PUC Minas) e mestrando em Psicologia Clínica (IP-USP). É co-coordenador do projeto Aprendimentos Clínicos – interlocuções psicanalíticas. Trabalha em consultório particular e como acompanhante terapêutico. Tem experiência como psicólogo e psicanalista em Serviço de Acolhimento Institucional de Crianças e Adolescentes (SAICA) e Núcleo de Proteção Jurídica e Apoio Psicológico (NPJ). Desenvolve pesquisa acadêmica sobre o trabalho do psicólogo e do psicanalista em serviços de acolhimento institucional para crianças e adolescentes.

Gabriel Bartolomeu: psicanalista, psicólogo (PUC Minas) e mestre em Psicologia Clínica (IP-USP). É co-coordenador do projeto Aprendimentos Clínicos – interlocuções psicanalíticas. Trabalhou em instituições de saúde mental e de assistência social e, atualmente, atende em consultório particular e coordena grupos de estudos sobre a obra de Jacques Lacan. Tem experiência como psicólogo e psicanalista em núcleo de convivência de idosos, serviço de internação psiquiátrico, hospital-dia, ambulatório de saúde mental e acompanhamento terapêutico. Realizou pesquisa acadêmica sobre o trabalho do psicólogo e do psicanalista na Política de Assistência Social.




Psicanálise e Instituição: o trabalho das equipes técnicas na Assistência Social e na Saúde Mental | Terças-feiras | Julho de 2019 | 19h


O objetivo do curso é realizar uma discussão teórica e prática acerca do trabalho das equipes técnicas em serviços socioassistenciais e de saúde mental, introduzindo uma formalização a partir das problemáticas: como lidar com as demandas institucionais? Como realizar o trabalho em equipe? Como construir os casos e seu manejo? Como elaborar dispositivos grupais de convivência? Este curso é resultado das discussões e elaborações do grupo de estudos sobre a temática que vem sendo realizado desde o mês de agosto de 2018, bem como das pesquisas acadêmicas dos coordenadores. Visamos apresentar os principais pontos trabalhados durante o grupo de estudos, avançando em pontos que nos permitam sustentar um trabalho orientado pela psicanálise nas instituições com maior precisão e efetividade. O curso está dividido em quatro encontros: 1) O lugar do profissional na instituição: identificação das demandas e respostas possíveis Nesse encontro trataremos da instituição desde a sua constituição nos discursos que a formam. Abordaremos, através da teoria institucional, quais são os atravessamentos que capturam os profissionais no cotidiano institucional, as implicações disso no trabalho e como é possível manejá-los no dia-a-dia. 2) O trabalho em equipe: construindo uma prática compartilhada A partir da discussão de diversos autores sobre o trabalho em equipes, discutiremos a diferença entre entrada e inserção do profissional na equipe institucional e como, a partir dessa entrada, é possível desenvolver o trabalho de escuta dos diversos profissionais. Nesse sentido, trataremos da construção da reunião de equipe, condução dessas reuniões dentro do serviço e como construir o trabalho intersetorial na rede de serviços. 3) A construção do caso: realizando um trabalho que considere a subjetividade Nesse encontro trataremos da diferença entre caso social e caso individual, elucidando a construção dessas duas formas de caso, sendo o primeiro, ligado às condições materiais e sociais e, o segundo, aquilo que é possível produzir a partir da escuta dos usuários/atendidos nos diferentes serviços. A partir disso, será discutido como o profissional pode articular essas duas construções na produção de suas intervenções no serviço, desde aquelas construídas no âmbito institucional, até a escolha dos encaminhamentos, preparação para o desligamento do serviço, entre outros. 4) A sustentação de dispositivos grupais: preservando vínculos e promovendo a convivência Aqui serão apresentadas quais as intervenções possíveis a partir das noções de construção e preservação de vínculos e de convivência. Considerando a convivência como uma intervenção possível, delinearemos estratégias com grupos na Proteção Social Básica, Proteção Social Especial e na Saúde Mental que leve em conta as especificidades e necessidades dos casos que se apresentam nos serviços. Quando: às terças-feiras, das 19h às 21h. Datas: 09, 16, 23 e 30 de julho de 2019. Investimento: R$200 (pelos quatro encontros). Inscrição: https://forms.gle/6NVENMrqPeRT9M259. Após o preenchimento do formulário, responderemos com as instruções para o pagamento do curso que deverá ser feito via depósito ou transferência bancária. Onde: Rua Itapeva, 202, Bela Vista – próximo ao metrô Trianon-Masp. Para quem: psicanalistas em formação, psicólogos, estudantes de psicologia e profissionais interessados no estudo da psicanálise. Coordenadores: Christopher Rodrigues Anunciação: psicanalista, psicólogo (PUC Minas) e mestrando em Psicologia Clínica (IP-USP). É co-coordenador do projeto Aprendimentos Clínicos – interlocuções psicanalíticas. Trabalha em consultório particular e como acompanhante terapêutico. Tem experiência como psicólogo e psicanalista em Serviço de Acolhimento Institucional de Crianças e Adolescentes (SAICA) e Núcleo de Proteção Jurídica e Apoio Psicológico (NPJ). Desenvolve pesquisa acadêmica sobre o trabalho do psicólogo e do psicanalista em serviços de acolhimento institucional para crianças e adolescentes. Gabriel Bartolomeu: psicanalista, psicólogo (PUC Minas) e mestre em Psicologia Clínica (IP-USP). É co-coordenador do projeto Aprendimentos Clínicos – interlocuções psicanalíticas. Trabalhou em instituições de saúde mental e de assistência social e, atualmente, atende em consultório particular e coordena grupos de estudos sobre a obra de Jacques Lacan. Tem experiência como psicólogo e psicanalista em núcleo de convivência de idosos, serviço de internação psiquiátrico, hospital-dia, ambulatório de saúde mental e acompanhamento terapêutico. Realizou pesquisa acadêmica sobre o trabalho do psicólogo e do psicanalista na Política de Assistência Social. visamos apresentar os principais pontos trabalhados durante o grupo de estudos, avançando em pontos que nos permitam sustentar a escuta psicanalítica nas instituições com maior precisão e efetividade.





2019

Cursos

Psicanálise, Assistência Social e Saúde Mental: a finalidade da escuta psicanalítica nas instituições | Quartas-feiras | Janeiro de 2019 | 19h


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O objetivo do curso é introduzir os conceitos bases para a sustentação da escuta psicanalítica nas instituições socioassistenciais e de saúde mental, articulando uma discussão que abranja os aspectos teóricos e clínicos do trabalho do psicanalista.

Este curso é resultado das discussões e elaborações do grupo de estudos “Psicanálise e Assistência Social: a escuta clínica em serviços socioassistenciais” realizado durante o último semestre de 2018. Com este curso, visamos apresentar os principais pontos trabalhados durante o grupo de estudos, avançando em pontos que nos permitam sustentar a escuta psicanalítica nas instituições com maior precisão e efetividade.

O curso se divide em quatro tópicos:

1) O inconsciente como discurso do Outro

Abordaremos como os discursos familiares e sociais são decisivos para constituição do sujeito e, mais importante, como tais discursos podem produzir diferentes formas de sofrimento quando o sujeito se encontra submetido a eles em determinadas modalidades.

2) Introdução sobre a finalidade da escuta psicanalítica

Partindo da discussão sobre os discursos que submetem o sujeito, trazendo efeitos de apagamento do desejo, pretende-se apresentar uma introdução da finalidade da escuta psicanalítica, caracterizada justamente pelo desvelamento dos diversos aspectos dos discursos e a posição assumida pelo sujeito.

3) A finalidade da escuta psicanalítica nas instituições: política, estratégia e tática

A concepção apresentada da finalidade da escuta psicanalítica será discutida de maneira específica no contexto institucional desde os conceitos lacanianos de política, estratégia e tática.

4) Introdução a problemática do diagnóstico estrutural em psicanálise nas instituições

A finalidade da escuta psicanalítica será pensada considerando os diagnósticos estruturais – neurose e psicose – visto que há diferenças importantes no manejo clínico a depender da estrutura.

Quando: às quartas-feiras, das 19h às 21h.

Datas: 09, 16, 23 e 30 de janeiro de 2019.

Investimento: R$200 (o pagamento via transferência ou depósito bancário deverá ser realizado até 04/01/2019).

Inscrição: preencha o formulário de inscrição. Após o preenchimento, será enviado um e-mail ao participante com as instruções para o pagamento do curso.

Onde: Rua Itapeva, 202, conjunto 59 – próximo ao metrô Trianon-Masp.

Para quem: psicanalistas em formação, psicólogos, estudantes de psicologia e profissionais interessados no estudo da psicanálise.

Coordenadores:

Christopher Rodrigues Anunciação: psicanalista, psicólogo (PUC Minas) e mestrando em Psicologia Clínica (IP-USP). É co-coordenador do projeto Aprendimentos Clínicos – interlocuções psicanalíticas. Trabalha em consultório particular e como acompanhante terapêutico. Tem experiência como psicólogo e psicanalista em Serviço de Acolhimento Institucional de Crianças e Adolescentes (SAICA) e Núcleo de Proteção Jurídica e Apoio Psicológico (NPJ). Desenvolve pesquisa acadêmica sobre o trabalho do psicólogo e do psicanalista em serviços de acolhimento institucional para crianças e adolescentes.

Gabriel Bartolomeu: psicanalista, psicólogo (PUC Minas) e mestre em Psicologia Clínica (IP-USP). É co-coordenador do projeto Aprendimentos Clínicos – interlocuções psicanalíticas. Trabalhou em instituições de saúde mental e de assistência social e, atualmente, atende em consultório particular e coordena grupos de estudos sobre a obra de Jacques Lacan. Tem experiência como psicólogo e psicanalista em núcleo de convivência de idosos, serviço de internação psiquiátrico, hospital-dia, ambulatório de saúde mental e acompanhamento terapêutico. Realizou pesquisa acadêmica sobre o trabalho do psicólogo e do psicanalista na Política de Assistência Social.




Psicanálise e Instituição: o trabalho das equipes técnicas na Assistência Social e na Saúde Mental | Terças-feiras | Julho de 2019 | 19h


O objetivo do curso é realizar uma discussão teórica e prática acerca do trabalho das equipes técnicas em serviços socioassistenciais e de saúde mental, introduzindo uma formalização a partir das problemáticas: como lidar com as demandas institucionais? Como realizar o trabalho em equipe? Como construir os casos e seu manejo? Como elaborar dispositivos grupais de convivência? Este curso é resultado das discussões e elaborações do grupo de estudos sobre a temática que vem sendo realizado desde o mês de agosto de 2018, bem como das pesquisas acadêmicas dos coordenadores. Visamos apresentar os principais pontos trabalhados durante o grupo de estudos, avançando em pontos que nos permitam sustentar um trabalho orientado pela psicanálise nas instituições com maior precisão e efetividade. O curso está dividido em quatro encontros: 1) O lugar do profissional na instituição: identificação das demandas e respostas possíveis Nesse encontro trataremos da instituição desde a sua constituição nos discursos que a formam. Abordaremos, através da teoria institucional, quais são os atravessamentos que capturam os profissionais no cotidiano institucional, as implicações disso no trabalho e como é possível manejá-los no dia-a-dia. 2) O trabalho em equipe: construindo uma prática compartilhada A partir da discussão de diversos autores sobre o trabalho em equipes, discutiremos a diferença entre entrada e inserção do profissional na equipe institucional e como, a partir dessa entrada, é possível desenvolver o trabalho de escuta dos diversos profissionais. Nesse sentido, trataremos da construção da reunião de equipe, condução dessas reuniões dentro do serviço e como construir o trabalho intersetorial na rede de serviços. 3) A construção do caso: realizando um trabalho que considere a subjetividade Nesse encontro trataremos da diferença entre caso social e caso individual, elucidando a construção dessas duas formas de caso, sendo o primeiro, ligado às condições materiais e sociais e, o segundo, aquilo que é possível produzir a partir da escuta dos usuários/atendidos nos diferentes serviços. A partir disso, será discutido como o profissional pode articular essas duas construções na produção de suas intervenções no serviço, desde aquelas construídas no âmbito institucional, até a escolha dos encaminhamentos, preparação para o desligamento do serviço, entre outros. 4) A sustentação de dispositivos grupais: preservando vínculos e promovendo a convivência Aqui serão apresentadas quais as intervenções possíveis a partir das noções de construção e preservação de vínculos e de convivência. Considerando a convivência como uma intervenção possível, delinearemos estratégias com grupos na Proteção Social Básica, Proteção Social Especial e na Saúde Mental que leve em conta as especificidades e necessidades dos casos que se apresentam nos serviços. Quando: às terças-feiras, das 19h às 21h. Datas: 09, 16, 23 e 30 de julho de 2019. Investimento: R$200 (pelos quatro encontros). Inscrição: https://forms.gle/6NVENMrqPeRT9M259. Após o preenchimento do formulário, responderemos com as instruções para o pagamento do curso que deverá ser feito via depósito ou transferência bancária. Onde: Rua Itapeva, 202, Bela Vista – próximo ao metrô Trianon-Masp. Para quem: psicanalistas em formação, psicólogos, estudantes de psicologia e profissionais interessados no estudo da psicanálise. Coordenadores: Christopher Rodrigues Anunciação: psicanalista, psicólogo (PUC Minas) e mestrando em Psicologia Clínica (IP-USP). É co-coordenador do projeto Aprendimentos Clínicos – interlocuções psicanalíticas. Trabalha em consultório particular e como acompanhante terapêutico. Tem experiência como psicólogo e psicanalista em Serviço de Acolhimento Institucional de Crianças e Adolescentes (SAICA) e Núcleo de Proteção Jurídica e Apoio Psicológico (NPJ). Desenvolve pesquisa acadêmica sobre o trabalho do psicólogo e do psicanalista em serviços de acolhimento institucional para crianças e adolescentes. Gabriel Bartolomeu: psicanalista, psicólogo (PUC Minas) e mestre em Psicologia Clínica (IP-USP). É co-coordenador do projeto Aprendimentos Clínicos – interlocuções psicanalíticas. Trabalhou em instituições de saúde mental e de assistência social e, atualmente, atende em consultório particular e coordena grupos de estudos sobre a obra de Jacques Lacan. Tem experiência como psicólogo e psicanalista em núcleo de convivência de idosos, serviço de internação psiquiátrico, hospital-dia, ambulatório de saúde mental e acompanhamento terapêutico. Realizou pesquisa acadêmica sobre o trabalho do psicólogo e do psicanalista na Política de Assistência Social. visamos apresentar os principais pontos trabalhados durante o grupo de estudos, avançando em pontos que nos permitam sustentar a escuta psicanalítica nas instituições com maior precisão e efetividade.





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